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Aquáticos : Guatemala inaugura exposição para financiar pesquisas sobre baleias e golfinhos
Enviado por Délcio Rocha em 5/3/2010 11:05:52 (10 leituras)

Uma exposição de fotos de baleias e golfinhos foi inaugurada nesta quinta-feira (3), na Guatemala, com a intenção de arrecadar fundos destinados à manutenção de projetos de pesquisa sobre os cetáceos que habitam ou visitam a costa do Pacífico no país, informaram os organizadores.

"A pesquisa sobre cetáceos do Pacífico da Guatemala começou no ano passado, com o apoio econômico do Fundo Nacional para a Proteção da Natureza (Fonacon), mas não tem financiamento para este ano", lamentaram os organizadores, em um comunicado.

Até o momento, "foram obtidos importantes registros científicos e fotográficos de baleias jubarte, rorquais, golfinhos-pintados do Pacífico, golfinhos rotadores e nariz de garrafa", acrescentou o texto.

O trabalho do fotógrafo guatemalteco José Yee estará está à mostra até 6 de abril na Casa do Turista, na colonial Antiga Guatemala, 45 km a sudoeste da capital.

Yee, que há mais de 30 anos se dedica a fotografar animais, especialmente aves, porá à venda as fotos exibidas e doará o dinheiro arrecadado para o estudo científico.

O evento, promovido pelo Instituto Guatemalteco de Turismo (Inguat), órgão estatal, e pela Fundação MonteCarlo Verde, despertou o interesse de organizações internacionais como o Ceteacean International, o Idea Wild, o Comitê Centro-americano de Ambiente e Desenvolvimento e o Departamento de Estado dos Estados Unidos, concluiu o texto.


Fonte: Yahoo!


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Vida e Ambiente : Morre loba-guará em zoológico de Goiânia
Enviado por Délcio Rocha em 5/3/2010 11:03:59 (9 leituras)

O Parque Zoológico de Goiânia perdeu seu último lobo-guará, uma fêmea de quatro anos de idade que há quatro meses sofria provavelmente com um tumor hepático. Há 15 dias o estado do animal - um dos símbolos do Cerrado - se agravou e ele morreu. Chamada de Uva pelos funcionários, a loba estava sozinha no zoológico desde 2007, quando uma outra fêmea foi transferida para Belo Horizonte.

O que chamou a atenção dos funcionários do zôo é que a doença atinge os lobos mais velhos, e Uva era relativamente nova. O problema hepático levou a outros, que culminaram em uma pneumonia e problemas cardíacos. Há uma semana a loba não se alimentava.

Veterinários coletaram material para encaminhar à Universidade Federal de Goiás (UFG), onde será feito o laudo oficial de necropsia. Uva é o oitavo animal a morrer neste ano no parque, que está interditado desde julho de 2008 após o Ibama de Goías e a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (Dema) constatarem e começarem a apurar o elevado número de óbitos de animais ocorridos no parque.

A expectativa é que o zoológico só seja reaberto no segundo semestre deste ano. Em setembro do ano passado foi assinado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre a direção do parque, o Ibama e o Ministério Público Federal (MPF) para a realização de adequações estruturais que garantam o bem-estar do plantel.

Cerca de 90 animais morreram no estabelecimento em 2009. Laudos feitos pelo MPE e pela Dema constataram a precariedade da estrutura do zoológico, em parte por culpa da falta de investimentos do poder público no local. Desde sua criação, nos anos 50, o parque nunca passou por uma reforma.

Fonte: PORTAL TERRA

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Vida e Ambiente : Ursos marrons da Bulgária são salvos pela crise econômica
Enviado por Délcio Rocha em 5/3/2010 11:02:49 (8 leituras)

A crise econômica aumentou a expectativa de vida dos ursos marrons da Bulgária: além da munição, considerada cara, os caçadores não conseguem, também, pagar as taxas cobradas sobre esses troféus - proporcionais ao tamanho da presa, relata o jornal 24 Tchassa desta quinta-feira.

"Caçadores, façam suas contas antes de atirar", zomba o diário, citando o exemplo de um francês que desistiu de acertar o alvo, no sul do país, porque não poderia desembolsar os 19 mil euros pedidos pelas autoridades.

Fonte: PORTAL TERRA

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Aquáticos : Algas podem ter causado asfixia de peixes em lagoa do Rio
Enviado por Délcio Rocha em 5/3/2010 11:01:21 (9 leituras)

Análises laboratoriais das amostras coletadas pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) indicam que a mortandade de cerca de 80 toneladas de peixes na Lagoa Rodrigo de Freitas foi causada pelo acúmulo de matéria orgânica, que provocou a proliferação de algas, prejudicando a respiração das espécies.

Segundo os laudos preliminares, a chuva e a insuficiência de renovação das águas contribuíram para o acúmulo de matéria orgânica. Um laudo mais específico deve sair em uma semana.

O Inea descartou que o acidente ambiental tenha relação com o fato de a comporta do Canal do Jardim de Alah ter sido aberta um dia antes, devido ao rompimento de uma tubulação, e que causou despejo na Praia do Leblon.

O instituto informou que já foi concluída a primeira fase do projeto de recuperação da Lagoa Rodrigo de Freitas, de despoluição das águas e controle do esgoto urbano. No entanto, ainda há muita instabilidade na renovação das águas, o que prejudica o equilíbrio.

A segunda etapa prevê a construção de dutos para garantir a renovação das águas, que ainda está em fase de licenciamento. A Lagoa Rodrigo de Freitas voltará a ser monitorada com boias durante 24 horas para acompanhar a alteração na oxigenação da água.

Desde o dia 27 de fevereiro espécies com sardinhas e corvinas têm sido encontradas boiando na água da lagoa.

Fonte: PORTAL TERRA

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Vida e Ambiente : Zoo rejeita castração de Knut, que terá nova namorada
Enviado por Délcio Rocha em 5/3/2010 11:00:09 (11 leituras)

A prometida história de amor entre o urso Knut e sua parceira Giovanna não terá o final romântico feliz que muitos esperavam, pois o casal será separado no próximo outono europeu.

A boa notícia para os fãs do urso é que o zoo de Berlim rejeitou o pedido para que o urso fosse castrado, feito nesta semana pela organização de defesa de direitos de animais Peta.

Knut e Giovanna são primos de primeiro grau, pois descendem de um mesmo avô, o urso Olaf. A organização temia que a relação incestuosa dos dois pudesse gerar descendentes com problemas genéticos e ameaçar os programas de reprodução da vulnerável população dos ursos em cativeiro.

"Os fãs do Knut precisam entender que apenas sua castração permite a convivência com Giovanna", disse Frank Albrecht, especialista da Peta à revista alemã Focus. Qualquer outra solução "aceleraria o inevitável fim da população dos ursos em cativeiro", disse Albrecht.

A Peta causou uma onda de indignação quando pediu, em 2007, que o filhote Knut fosse sacrificado porque a educação por mão humana seria prejudicial para o animal.

Separação
O zoológico Hellabrunn, em Munique, dono de Giovanna, confirmou que a ursa terá que retornar às suas dependências para fazer parte do seu programa de reprodução de ursos.

Giovanna tinha sido emprestada ao zoológico de Berlim, onde vive Knut, durante o período de reformas do cercado de ursos no zoológico de Munique, planejado para durar nove meses.

A notícia da partida de Giovanna decepcionou vários fãs do famoso urso polar e que se encantaram com as imagens dos dois animais brincando e "namorando".

Knut virou um fenômeno mundial de mídia a partir de março de 2007, quando era apenas um filhote que tinha sido rejeitado pela mãe e que estava seria criado por funcionários do zoológico.

Giovanna chegou ao zoo de Berlim em setembro de 2009, e ambos eram vistos - e fotografados - constantemente juntos. Como eram apresentados pela mídia como "namorados", não demorou para que surgissem especulações de que o zoo pudesse estar negociando uma possível aquisição definitiva da ursa - o que acabou não ocorrendo.

Os dois animais ainda não atingiram a maturidade sexual, que se dá aos quatro anos de idade. Knut tem pouco mais de três anos e o zoológico de Berlim terá que procurar uma nova parceira para ele.




Fonte: PORTAL TERRA

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Espécies Ameaçadas : Rã supostamente extinta há 30 anos é encontrada na Austrália
Enviado por Délcio Rocha em 5/3/2010 10:58:44 (15 leituras)

Uma espécie de rã minúscula que supostamente estava extinta há três décadas foi vista no sudeste da Austrália, anunciaram nesta quinta-feira as autoridades.

A rã, de nome científico Litoria castanea, tem coloração verde com manchas em tons de dourado. O exemplar foi encontrado há algumas semanas por um funcionário do estado australiano de Nova Gales do Sul que buscava peixes em perigo de extinção.

O trabalhador retornou ao local com um especialista em anfíbios que confirmou a identidade do animal, cuja localização será mantida em segredo para proteger a espécie, indicou o responsável estadual pelo Meio Ambiente, Frank Sartor.

Sartor afirmou que o descobrimento "nos lembra a necessidade de proteger o meio ambiente para que gerações futuras desfrutem do barulho e da cor de nossos animais nativos" e afirmou que o estado negocia com um zoológico de Sydney para iniciar um programa de reprodução em cativeiro.

Em setembro de 2008, foi descoberta em uma área remota da floresta tropical do norte da Austrália outro tipo de rã minúscula, a chamada "rã de armadura" (Litoria lorica) que os especialistas acreditavam estar extinta desde 1991.

Fonte: PORTAL TERRA

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Ciência e Tecnologia : Estudo: urso-polar originou de ancestral comum ao urso-marrom
Enviado por Délcio Rocha em 5/3/2010 10:57:20 (8 leituras)

Análises de fósseis raros mostram que o urso-polar originou de ancestral comum com o urso-marrom há cerca de 150 mil anos. Segundo o estudo, o grande mamífero, um dos maiores carnívoros terrestres, evoluiu recentemente e se adaptou em pouco tempo à vida no Ártico.

Os autores do estudo, dos Estados Unidos e da Europa, chagaram a esse conclusão através sequenciamento do mais antigo genoma conhecido do animal, feito a partir de fósseis bem-preservados, com idade estimada entre 110 mil e 130 mil anos, encontrados em 2004 no arquipélago de Svalbard, na Noruega. O estudo será publicado no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences.

Charlotte Lindqvist, da Universidade de Buffalo, um dos autores do estudo, considera que os resultados da pesquisa confirmam que o urso-polar é uma espécie de evolução rápida e recente durante o fim do Pleistoceno.

Segundo informações da Agência Fapesp, embora os resultados do estudo demonstrem a grande capacidade de adaptação do urso-polar em sua origem, os pesquisadores alertam que isso não garante que o mesmo ocorra no futuro. "As mudanças climáticas podem estar ocorrendo atualmente em um ritmo tão acelerado que o urso-polar não conseguiria acompanhar", disse Charlotte.

Fonte: PORTAL TERRA

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Tráfico e apreensão :  Mais de 6 mil filhotes de tartarugas são soltos no RS
Enviado por Délcio Rocha em 3/3/2010 19:11:26 (16 leituras)

Cerca de 6,5 mil filhotes de tartarugas foram soltos em Pelotas (RS), nesta quinta-feira (18). Os ovos foram apreendidos em um criatório ilegal em Rio Grande (RS), em janeiro deste ano. Há três semanas eclodiram os primeiros ovos, mas cerca de 12 mil ainda são monitorados.

Após a apreensão, os ovos foram levados para o Núcleo de Reabilitação da Fauna Silvestre da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), onde foram monitorados até o nascimento e soltura dos animais.

As tartarugas têm de 10 a 15 dias e medem de cinco a sete centímetros de comprimento. Os animais foram liberados às margens do Canal São Gonçalo, em Pelotas.

Os ovos que ainda não eclodiram têm o nascimento previsto para o início de março. Eles continuam sob vigilância do Comando Ambiental da Brigada Militar. A Companhia Ambiental de Pelotas também mantém o policiamento no criatório.

Fonte: G1

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Comportamento animal : Documentário revela segredo da monogamia de rã
Enviado por Délcio Rocha em 3/3/2010 19:09:26 (14 leituras)

Pesquisadores americanos descobriram nas selvas peruanas o primeiro anfíbio monogâmico, e agora revelam pela primeira vez, em um documentário da BBC, o segredo desse comportamento sexual da espécie.

Testes genéticos revelaram que os machos e as fêmeas da espécie Ranitomeya imitator se mantêm fiéis uns aos outros.

Em uma pesquisa publicada na revista científica "The American Naturalist", os cientistas afirmam que um único detalhe - o tamanho dos reservatórios de água nos quais as fêmeas depositam seus ovos - é responsável por impedir que as rãs dessa espécie tenham relações sexuais com parceiros diferentes.

Segundo os cientistas, essa é a melhor evidência já documentada de que a monogamia teria uma única causa.

Ovos - Após a cópula, a fêmea da rã coloca seus ovos sobre a superfície de folhas.

O macho leva então os girinos que vão nascendo, um a um, carregando-os nas costas, para reservatórios d'água que se acumulam em folhas de bromélias que crescem em galhos no alto de árvores.

Cada um dos girinos é colocado em sua própria "piscina", da qual o macho toma conta.

Quando os girinos ficam com fome, o macho chama a fêmea, que chega para colocar um ovo não fertilizado em cada corpo d'água, que o girino come para se alimentar.

Os machos e as fêmeas parecem atuar em conjunto, e as novas pesquisas revelaram a extensão de sua fidelidade.

Análises genéticas - "Essa é a primeira descoberta de um anfíbio verdadeiramente monogâmico", afirma o coordenador do estudo, o biólogo Jason Brown, da Universidade East Carolina, em Greenville.

Brown e outros pesquisadores da universidade vêm estudando extensivamente nos últimos anos a espécie, que foi filmada para o documentário da BBC.

Muitos animais parecem ser monogâmicos, com machos e fêmeas formando pares que muitas vezes parecem durar toda a vida.

Mas a recente explosão em análises genéticas revelaram que muitas dessas chamadas relações não eram monogâmicas na realidade.

Enquanto muitos animais podem permanecer juntos e se reproduzir, eles com frequência escapam para trocar de parceiros quando têm uma chance.

Por meio de exames de DNA, a equipe de Brown analisou 12 famílias de rãs da espécie Ranitomeya imitator, das quais 11 pares se mantiveram fiéis uns aos outros, enquanto na 12ª família o macho copulou com duas fêmeas diferentes.

Diferenças - Eles verificaram diferenças em relação a outra espécie semelhante, Ranitomeya variabilis, que se mostrou mais promíscua.

As fêmeas dessa segunda espécie coloca seus ovos em corpos d'água cerca de cinco vezes maiores na média do que os da primeira.

Além disso, as fêmeas da Ranitomeya variabilis não têm nenhum papel no acompanhamento do desenvolvimento dos girinos, deixado a tarefa a cargo somente dos machos.

Quando os pesquisadores transportaram os girinos de ambas as espécies para reservatórios d'água de diferentes tamanhos, verificaram que os girinos cresciam mais rapidamente nos corpos d'água maiores, que contêm mais nutrientes, e que não podiam sobreviver sozinhos nos menores.

Isso sugere que os machos e as fêmeas das rãs da espécie Ranitomeya variabilis não precisam se manter juntos, já que seus girinos podem sobreviver sem necessitar da ajuda das mães para se alimentar.

Como os girinos da espécie Ranitomeya imitator não conseguem sobreviver sozinhos sem o cuidado tanto dos pais quanto das mães, ambos se mantêm juntos.

Fonte: G1

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Comportamento animal : Elefantes usam linguagem secreta para se comunicar
Enviado por Délcio Rocha em 3/3/2010 19:07:16 (10 leituras)

Pesquisadores do Zoológico de San Diego, nos Estados Unidos, revelaram nesta segunda-feira (22) ao jornal inglês DailyMail que, além de urrar com aquele som de trombeta, os elefantes também se comunicam usando uma linguagem que os seres humanos não conseguem ouvir.

As informações coletadas revelaram que as fêmeas usaram uma linguagem para se comunicar. As elefantas grávidas usaram sons de baixa frequência para contar ao resto da manada quando estavam para dar à luz.

A mensagem é um alerta aos outros elefantes para que, nos dias que antecedem o nascimento, procurem predadores que podem fazer mal aos recém-nascidos.

Os pesquisadores monitoraram as conversas de uma manada de elefantes africanos e descobriram que quando eles fazem uma espécie de murmúrio, a maior parte dele é muito baixo para ser ouvido pelas pessoas.

Chefiada por Matt Anderson, a equipe de estudiosos decidiu analisar essas conversas para tentar descobrir o que os animais estavam dizendo uns aos outros.

Os pesquisadores colocaram, em oito deles, uma coleira de couro de R$ 4.202 com um microfone no queixo, sistema de rastreamento de GPS e um dispositivo de gravação.

Os cientistas gravaram os bate-papos por 24 horas durante dez semanas. As gravações foram então combinadas com observações sobre os elefantes e com dados do GPS para contextualizar os sons.

Anderson, que é diretor do departamento de biologia do comportamento do zoológico, disse que os pesquisadores pensavam que os elefantes tinham um pequeno vocabulário, “mas estamos descobrindo que ele é muito maior do que qualquer um possa ter imaginado”.

Ele acrescentou que a descoberta pode ajudar os pesquisadores a criar ambientes livres de estresse para os elefantes que crescem em cativeiro.

Agora, o próximo passo da equipe será a produção de um catálogo dos sons dos elefantes a partir da pesquisa.


Fonte: Portal R7

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