Os moradores do ramal do Brasileirinho, localizado no bairro Jorge Teixeira, na zona Leste de Manaus, agora podem ter uma nova forma de obter renda e garantir o sustento da família. O instrumento para isso foi o subprojeto “meliponicultura”, implantado como parte do projeto “Estudos Agronômicos e Sociais de Três Comunidades Rurais do Amazonas Visando suas Sustentabilidades a Longo Prazo”, coordenado pelo doutor em Microbiologia Luiz Antônio de Oliveira, cientista da Coordenação de Pesquisas em Ciências Agronômicas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA).
Os moradores do ramal do Brasileirinho, localizado no bairro Jorge Teixeira, na zona Leste de Manaus, agora podem ter uma nova forma de obter renda e garantir o sustento da família. O instrumento para isso foi o subprojeto “meliponicultura”, implantado como parte do projeto “Estudos Agronômicos e Sociais de Três Comunidades Rurais do Amazonas Visando suas Sustentabilidades a Longo Prazo”, coordenado pelo doutor em Microbiologia Luiz Antônio de Oliveira, cientista da Coordenação de Pesquisas em Ciências Agronômicas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA).
Durante um ano e meio, as famílias aprenderam as técnicas utilizadas para criação e manejo para produção de mel de abelhas Melipona compressipes manaosensis, conhecidas como abelhas japurá (na foto abaixo, cedida pelo Grupo de Pesquisas com Abelhas - GPA/INPA). O próximo passo, agora, é produzir mel para vender.
O trabalho com os moradores deu tão certo que antes existia apenas um meliponário na comunidade do Brasileirinho e, hoje, são oito, demonstrando o impacto positivo da meliponicultura. Além disso, como resultado das multiplicações das 12 colméias matrizes do início do projeto, agora existem 67.
Fonte: Ecoluna