Inicio Sobre Coordenação Cadastre Artigos Notícias Fotos Mural   Contato
Pesquisa
Menu principal
Entrar
WebMail
Email:
Senha:


Confira nossos anúncios!Sempre o melhor para você:


Aquáticos : Moluscos de SC serão rastreados
Enviado por Délcio Rocha em 5/6/2007 10:54:01 (1373 leituras) Notícias do mesmo autor

Monitoramento servirá para fortalecer o mercado, inclusive, o externo
A secretaria de Agricultura de Santa Catarina e a Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca (Seap), órgão vinculado à Presidência da República, devem acertar, nesta semana, os detalhes para iniciar a implantação do Programa Nacional de Controle Higiênico e Sanitário do Molusco Bivalve (PNCMB).


A proposta visa fortalecer o mercado (inclusive o externo) por meio de monitoramento da água e do rastreamento dos moluscos, além de investimentos em pessoal, equipamentos e embarcações. O PNCMB beneficiaria a maricultura catarinense, cuja produção representa mais de 90% da produção brasileira.
Segundo a assessoria de comunicação da secretaria de Agricultura, o secretário Antonio Ceron já teria, inclusive, elaborado uma regulamentação e se disposto a assinar, no segundo semestre, o convênio com a Seap para a implementação do programa.
O coordenador de maricultura da Seap, Felipe Suplicy, afirma que o PNCMB é uma proposição dos maricultures, quando de uma reunião com o poder público, realizada em fevereiro, em Florianópolis. Estão sendo confirmadas as últimas solicitações deles em uma publicação que deverá ter a chancela estadual e federal.
Pelo programa, os moluscos e a água nas regiões produtoras serão monitorados, de modo a verificar a presença de coliformes fecais e toxinas, como as algas vermelhas que impediram o consumo de ostras, mexilhões e vieiras por alguns dias, em trechos do Litoral Catarinense e que, nesta semana, estariam ocorrendo no Rio de Janeiro, segundo Suplicy.
Evolução chilena é exemplo para o setor
Do monitoramento, a operacionalização do PNCMB parte para o rastreamento. Será criado um site na Internet, no qual toda a produção será catalogada a cada fase (semeadura, cultivo, colheita, processamento, distribuição e comercialização.
Um sistema de etiquetagem identificará o produto, o que dará mais segurança a quem o consome.
Garantir a sanidade é hoje, segundo Suplicy, um dos maiores desafios para abrir mais mercados. O PNCMB seria uma espécie de pré-certificação, já que os moluscos possuíriam um histórico conhecido, e seriam de regiões com controle de qualidade da água.
- Isso é uma questão de sobrevivência. O Chile, há sete anos, era o que somos hoje. Só que, lá, atuou-se fortemente na sanidade e também na mecanização da produção. Hoje, eles produzem 100 mil toneladas por ano, e nós continuamos com 12 mil. Os chilenos já estão vendendo no Brasil e mais barato do que a gente - alerta Suplicy.
Na semana de 17 a 23 de junho, a Seap apresentará, na praia da Tapera, na Capital, uma unidade demonstrativa do sistema mecanizado de mexilhão.
Será o primeiro passo da nova fase na maricultura de SC.

Fonte: Diário Catarinense

Imprimir Enviar esta notícia por e-mail Criar um PDF do artigo
 
Os comentários são de propriedade de seus respectivos autores. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo.


 
desenvolvido pela: desenvolTec