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Vida e Ambiente : Cachorro passa 18 meses com pato de borracha no intestino
Enviado por Délcio Rocha em 2/2/2010 21:11:40 (47 leituras)

Um cão da raça terrier engoliu um pato de borracha e ficou com o brinquedo dentro de seu corpo durante 18 meses na Grã-Bretanha. Os donos do terrier Spike tiveram que pagar mil libras (quase R$ 3 mil) por uma cirurgia para a retirada do brinquedo, que só foi detectado dentro do cachorro depois de um exame de raio X.

Colin Smith e Lorraine Fenton, donos do animal, notou que o cão começou a se sentir mal e vomitar pouco antes do Natal. Eles levaram Spike para um veterinário perto de casa, na região de Leeds, Inglaterra, mas os exames iniciais não encontraram nada de errado com o cão.

Apenas depois de um exame de raio X que médicos e os donos do cão puderam ver que o problema era um pato de borracha, que poderia ser visto com clareza no intestino do animal.

Colin Smith então se lembrou de como Spike tinha roubado o brinquedo do banheiro da casa. "Ele come absolutamente tudo", disse. "Ele deve ter visto o pato e pensado "eles não vão deixar que eu fique com ele" então ele simplesmente o engoliu por inteiro."

Spike teve então que passar por uma cirurgia para a retirada do brinquedo. Apesar do custo da operação, os donos de Spike afirmam que ficaram aliviados em descobrir qual era o problema com o cachorro.

"Foi um alívio descobrir o que causou o problema, estávamos preocupados com ele", disse Smith. O dono de Spike guardou o pato de borracha engolido pelo cachorro, como uma lembrança. "A única diferença é que ele ficou preto, depois de perder toda a tinta amarela", afirmou.

Fonte: PORTAL TERRA

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Vida e Ambiente : Evolução de vida na água para terrestre foi há 400 mi de anos
Enviado por Délcio Rocha em 11/1/2010 16:46:16 (78 leituras)

Os primeiros vertebrados munidos de patas, os tetrápodes, apareceram há 397 milhões de anos, segundo indícios encontrados na Polônia e que lançam uma nova luz sobre a evolução da vida marinha para a vida terrestre, informa um artigo publicado na revista Nature.

Os indícios encontrados em sedimentos marinhos que datam do período Devoniano médio (397-385 milhões de anos), são 18 milhões de anos anteriores aos mais antigos tetrápodes descobertos até o presente, segundo o trabalho dos cientistas Grzegorz Niedzwiedzki, da Universidade de Varsóvia, Per Ahlberg, da Universidade de Uppsala (Suécia), e seus colegas.

Esses primeiros tetrápodes são igualmente dez milhões de anos anteriores aos mais antigos fósseis de elpistostegalianos (parentes distantes do celacanto), uma família de peixes cuja cabeça se assemelha à dos tetrápodes, mas que são dotados de dois pares de nadadeiras.

"Acreditávamos que havia uma transição dos elpistostegalianos para os tetrápodes, algo similar com a passagem entre dinossauros e aves, através de pequenas modificações morfológicas sumamente sutis", declarou o paleontólogo Philippe Janvier, do Museu Nacional de História Natural de Paris e autor de um comentário publicado a respeito na Nature.

Diante da recente descoberta, aventa-se agora que os dois gêneros de vertebrados procederiam de um antepassado comum. A questão que surge agora é com que se pareceria esse antepassado. "Talvez não se parecesse nem com um nem com o outro", segundo Janvier, que acredita que ambos são aparentados com outra família de peixes mais antiga, os osteolépidos.

Além disso, ao contrário do que se acreditava até então, os primeiros tetrápodes não teriam vivido em lagos de água doce e deltas fluviais e sim no lodo marinho que fica ao descoberto com a maré baixa ou nas lagunas de recifes de corais.

"O meio ambiente fluvial do Devoniano provavelmente não proporcionava (aos tetrápodes) recursos alimentares tão abundantes e fáceis de capturar", assinalam os autores do estudo.

A origem fluvial pressupõe que os tetrápodes buscavam primeiramente suas presas em águas pouco profundas antes de avançar para a terra para capturá-las, mas esta hipótese não estava de acordo com a evolução de sua morfologia e de sua dentadura.


Fonte: PORTAL TERRA

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Vida e Ambiente : Ilha australiana é invadida por migração de caranguejos
Enviado por Délcio Rocha em 11/1/2010 16:39:38 (63 leituras)

A migração anual de mais de 100 milhões de caranguejos fechou estradas e transformou as ruas da Ilha Christmas, na Austrália, em enormes tapetes vermelhos. Os cerca de 120 milhões de caranguejos, segundo o Parque Nacional da Ilha Christmas, no sudoeste da Austrália, migram todos os anos das florestas para o mar, para a reprodução e desova.

O movimento rumo ao oceano começa entre os meses de novembro e janeiro, dependendo das chuvas. Os caranguejos apenas prosseguem a migração com chuva. Esse ano, devido ao fato de a estação úmida ter vindo mais tarde, houve apenas uma desova, iniciada no meio de dezembro. A migração é tão intensa que ruas e estradas são fechadas na ilha, para impedir que os crustáceos sejam esmagados. Guardas-florestais também constroem pontes plásticas sobre as estradas para que os caranguejos atravessem sem perigo.

Tricia Ho, guarda-florestal na ilha, disse à BBC Brasil que os filhotes de caranguejos já estão emergindo aos poucos e logo deverão começar o caminho para as florestas. A movimentação da natureza, no entanto, não impede que os 1,2 mil moradores locais prossigam com suas atividades diárias. "Não é difícil ver caranguejos dentro das casas", disse Linda Cash, moradora local, à BBC Brasil.

Galápagos do Índico
O pequeno pedaço de terra no Oceano Índico foi descoberto e nomeado Ilha Christmas por um capitão britânico, que passava pela região no dia de Natal em 1643. O local é conhecido como a "Galápagos do Oceano Índico", devido à sua grande biodiversidade, comparável à do arquipélago que fica no Oceano Pacífico.

A Ilha Christmas é um paraíso para pássaros e 14 espécies de caranguejos, incluindo o maior invertebrado no mundo, o caranguejo coco. Dois terços da ilha formam um parque nacional, atraindo 1,5 mil visitantes por ano, principalmente mergulhadores e observadores de pássaros e caranguejos.

Apesar de fazer parte do território australiano, a ilha está a apenas 370 quilômetros da costa sul da Indonésia e a maioria de sua população pertence às etnias chinesa e malaia.


Fonte: PORTAL TERRA

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Vida e Ambiente : Aquário de São Paulo ganha ala de mamíferos e vários filhotinhos
Enviado por Délcio Rocha em 11/1/2010 16:27:38 (123 leituras)

Pequenos e fofinhos. Esses são, no mínimo, dois dos adjetivos que serão ouvidos nos corredores do Aquário de São Paulo (região sul da capital paulista) nos próximos meses. O motivo se explica: acabou de chegar ao local uma nova leva de filhotinhos --vá logo visitá-los, antes que eles cresçam.

Aquário público ganha novo habitante: um peixe-boi da Amazônia

Para abrigar "bebês" de lontra, macaco bugio, tamanduá-mirim e lobo marinho --além do peixe-boi que está em exibição desde dezembro--, foi construída uma ala especial de mamíferos. Além deles, há ainda tucanos da espécie toco e do bico verde que completam a lista dos mais recentes animais adquiridos pelo aquário.

Segundo Anael Fahel, diretor do complexo, a proposta é conscientizar a população a respeito da destruição do habitat desses animais. Lipe, como é chamado o filhote de tamanduá-mirim, é um desses casos: com apenas seis meses de vida, saiu do centro de reabilitação de Parintins (AM) depois de ter perdido a mãe durante um ataque de um cão doméstico.

Números do Aquário de São Paulo:

- Há cerca de 3.000 animais em exposição.

- Somente para o tanque Oceanário, onde vivem seis tubarões da espécie lixa, são gastos 5 toneladas de sal sintético por mês.

- O corpo técnico do Aquário de São Paulo é composto por 36 biólogos, 2 oceanógrafos, 2 veterinários e 17 pessoas exclusivas para a educação ambiental.

- São consumidos 100 kg de verdura por semana e mais de 100 kg de ração por mês.

- Para o Morcegário, são 5 kg de mel por mês e o lobo-marinho, recém-chegado ao complexo, se alimenta de 10 kg de peixe por dia.

Fonte: UOL BICHOS

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Vida e Ambiente : Cadela fareja CDs piratas
Enviado por Délcio Rocha em 9/12/2009 20:38:20 (55 leituras)

Labradora é uma das três especialistas na função em todo o mundo

Uma nova modalidade de treinamento tem sido desenvolvida para cães farejadores. Além de narcóticos e bombas, agora alguns animais já são capazes de detectar CDs e DVDs piratas. Os dois primeiros Labradores no mundo treinados para a função atuam desde 2006 no aeroporto de Stansted, Inglaterra, e contaram com o financiamento da indústria fonográfica e audiovisual para os ensinamentos específicos. Quase três anos depois, um outro cachorro, Ruca, também começou a atuar na Europa para o mesmo trabalho, mas desta vez, em Portugal.

Segundo especialistas, devido ao faro apurado dos cães, é possível reconhecer os odores exalados pelos CDs e DVDs piratas e assim, facilitar a identificação de cargas ilegais, principalmente nas alfândegas e feiras livres. Isso foi o que ocorreu em Portugal, no último domingo, 6 de dezembro. De acordo com o site de notícias “O Mirante”, houve uma operação da polícia na cidade de Almeirim com a participação de Ruca. Na ocasião, a cadela ajudou a detectar mais de duas mil cópias de produtos ilegais.

Segundo as autoridades locais, a Labradora foi treinada para detectar drogas, mas recebeu novo treinamento para atuar com os produtos piratas. Esta foi a primeira missão da cadela, que também ajudou na prisão de oito vendedores. Em Portugal, a pena prevista para esse tipo de crime pode chegar a três anos de prisão.

Fonte: UOL BICHOS

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Vida e Ambiente : Bombeiros resgatam tamanduá ferido em rodovia de Goiás
Enviado por Délcio Rocha em 9/12/2009 20:33:14 (81 leituras)

O Corpo de Bombeiros resgatou um tamanduá às margens da rodovia GO-060, em Trindade (GO), na noite desta quinta-feira (3). Segundo os bombeiros, o animal foi atropelado e estava no acostamento.

O tamanduá foi encaminhado ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) para ser avaliado. De acordo com o Cetas, o animal estava com fraturas e passará por exames para receber o tratamento adequado.

Fonte: G1

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Vida e Ambiente : Macaco aparece em loja de material de construção em MG
Enviado por Délcio Rocha em 9/12/2009 20:31:12 (87 leituras)

Um mico deu trabalho para os bombeiros de Varginha (MG). Ele se escondeu em uma loja e só foi capturado depois de muita correria.

O animal apareceu na loja de materiais para construção. Para retirar o invasor, o Corpo de Bombeiros foi chamado. E começou a procura. De repente, o pequeno visitante apareceu e teve início uma perseguição.

O macaquinho deu trabalho. Finalmente, o bicho parou em um dos cômodos da loja, de onde saiu nas mãos do bombeiro. “Os animais vão para a cidade procurar abrigo. A gente sempre captura e solta no habitat natural”, disse o sargento Alexandre Pereira, do Corpo dos Bombeiros.

O miquinho foi levado pelos bombeiros para o Parque São Francisco, em Varginha. Depois de um olhar de despedida, ele foi correndo de volta para casa.

Fonte: G1

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Vida e Ambiente : Filhote de onça-pintada levado pelo Ibama ao Zôo de Uberlândia desperta paixões
Enviado por Délcio Rocha em 3/12/2009 19:54:54 (150 leituras)

Mocinha é o mais novo xodó da equipe que cuida dos felinos do Zoológico do Parque do Sabiá, em Uberlândia, MG. A onça-pintada fêmea de quase um ano de idade provoca paixões nos que dela se aproximam. É um animal vigoroso, mas surpreendentemente manso. “Ela se adaptou muito bem à vida no zôo. Nem parece que veio do meio selvagem”, observa Elisete de Araújo, médica veterinária, que convive há 10 anos com os “gatinhos” do zoológico.

Mocinha já tem os dentes formados. Se fosse macho, teria parceira certa: a outra onça-pintada do lugar, a Janaína, de cinco anos, trazida do estado do Amazonas. Janaína era criada por um ribeirinho dentro da reserva de Mamirauá e viveu, por quatro anos, em uma pequena jaula de madeira que ficava no meio de uma área alagada. Mas os técnicos não recomendam o convívio das duas que poderia acabar entre arranhões por causa da diferença de idade.

Por enquanto, Mocinha habita um recinto provisório mantido limpo pelos tratadores que também a alimentam. Os três quilos de carne por dia lhe conferiram a robustez dos seus bem pesados 25 quilos. Francisco Ferreira da Silva, auxiliar de veterinária, deixa escapar um brilho no olhar ao descrever o prazer que sente ao lidar há 21 anos com esses nobres selvagens. “Somos um pouco pai e mãe desses bichos”, destaca.

Os exames feitos em Mocinha assim que chegou ao zoológico confirmaram o que o aspecto físico já revelava: saúde perfeita. Mas, mesmo com toda essa força, Mocinha ainda não se dispôs a subir nos troncos colocados no ambiente pela bióloga Beatriz Veira Santos para estimulá-la. Além de Elisete, Francisco e Beatriz, mais oito profissionais entre veterinário, tratadores e cozinheiras se mobilizam no cuidado diário de Mocinha e dos outros 12 felinos do zôo (onça-pintada, suçuaranas, jaguatiricas, gato mourisco e tigrina), que incluem também vacinação preventiva, aplicação de vermífugo e o controle de pulgas e carrapatos.


Resgate - A onça-pintada foi levada para o Parque do Sabiá pelo Ibama. O chefe do Escritório Regional de Uberlândia, Aloísio Romar, e o servidor José Basílio Franco foram buscá-la no início do mês de agosto, numa fazenda localizada no Distrito de Fé do Araguaia, a 150 quilômetros de Araguaína, em plena Amazônia tocantinense. Para recolhê-la, eles contaram com a ajuda de servidores do Escritório Regional de Araguaína/TO.

Na época , mocinha era um apenas um filhote oito meses de idade e pesava cerca de 15 quilos. “Os funcionários da fazenda a acharam sozinha e debilitada no meio da pastagem. Depois de laçada, foi colocada em um cercado de madeira. Quando chegamos para resgatá-la, vinte dias depois, ela estava alimentada, mas, como é natural de um animal silvestre, ficou brava quando a transferimos para uma jaula emprestada pela Polícia Militar de Minas Gerais (5ª Cia Independente de Meio Ambiente e Trânsito de Uberaba)”, conta José Franco Basílio. O chefe do Escritório Regional de Araguaína/TO, Leo Bento, providenciou o laudo pericial a guia de transporte do animal para Uberlândia/MG. Foram dois dias de viagem.

Mocinha não está em exposição ao público. Embora a torcida para que continue no Zoológico do Parque do Sabiá seja grande, ainda não se sabe ao certo se ela ali permanecerá ou se será destinada a algum criadouro conservacionista. Mas, de uma coisa ninguém duvida: onde ela estiver continuará despertando a admiração e o respeito de seus observadores.


Fonte: Ibama


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Vida e Ambiente : Animal selvagem aparece em quintal de casa no ES
Enviado por Délcio Rocha em 3/12/2009 19:39:31 (44 leituras)

Um morador de Aracruz (ES) levou um susto ao encontrar uma jaguatirica no quintal, nesta sexta-feira (27).

Dois cachorros começaram a latir logo cedo. O morador saiu para ver o que estava acontecendo e, quando chegou, encontrou o animal subindo na árvore.

De orelha em pé, a jaguatirical ficou ouvindo o burburinho da vizinhança. Todo mundo quis conferir a "visita". Ela mudou, foi para outros galhos, mas nada de descer da árvore. Nem quando chegou o funcionário do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Ele pediu para as pessoas saírem de perto, para esperar o animal descer.

Fonte: G1

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Vida e Ambiente : Cães e gatos recebem chips em clínicas cadastradas de Curitiba/PR
Enviado por Délcio Rocha em 3/12/2009 19:38:03 (48 leituras)

Vinte e nove clínicas veterinárias cadastradas pela Prefeitura de Curitiba (PR) estão colocando chips em cães, gatos e outros animais domésticos. O objetivo é ajudar na identificação dos bichos. A aplicação custa R$ 9. Segundo a administração municipal, o preço do microchip no comércio convencional chega a R$ 70.

Entre segunda-feira (23), quando começou este trabalho, e quarta-feira (25), 90 animais receberam o pequeno aparelho. A expectativa é que cerca de 3 mil bichos tenham o microchip aplicado até o fim do ano.

A aplicação dos microchips é uma iniciativa da Rede de Defesa e Proteção de Animais. O dispositivo é do tamanho de um grão de arroz e é colocado sob a pele do animal.

O aparelho tem um número, usado no cadastro de um sistema no computador. Quando o animal se perder e outra pessoa encontrar, basta passar um equipamento de leitura para verificar o número que corresponde ao dono. Nessa ficha, haverá o endereço, telefone e outros dados do proprietário. Todas as clínicas receberam as leitoras.


Fonte: G1

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